domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas dificultam colheita do arroz em Rondônia



Arroz atinge quase 98% de área colhida no estado




Foto: Pixabay

De acordo com dados do 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado nesta quinta-feira (15) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as chuvas registradas neste período em Rondônia causaram dificuldades à colheita do arroz e resultaram em perdas pontuais devido ao acamamento das plantas. Com a redução da intensidade e frequência das precipitações, as lavouras com grãos maduros ainda em campo estão sendo colhidas.

O levantamento informa que “97,9% das áreas implantadas já foram devidamente colhidas”. Ainda há lavouras em fase final de maturação. Paralelamente, a implantação da segunda safra de arroz segue em andamento.

Conforme a Conab, “há aumento de área nesta safra, com a área prevista já ocupando mais de 98% semeada”. Atualmente, 6% das lavouras estão em fase de emergência, 71,5% em desenvolvimento vegetativo e 22,5% em floração.





Source link

News

Saiba como ficou o mercado de soja após os números do USDA



O mercado brasileiro de soja teve uma semana de intensas movimentações. Os principais fatores foram os primeiros números divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para a temporada 2025/26, o recente acordo tarifário entre China e Estados Unidos e as oscilações acentuadas nos preços do óleo de soja.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link!

Previsões de soja para a safra 25/26

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o relatório de maio do USDA revelou que a safra norte-americana de soja deverá alcançar 4,340 bilhões de bushels (aproximadamente 118,11 milhões de toneladas) em 2025/26. A produtividade estimada é de 52,5 bushels por acre, um pouco abaixo das expectativas de mercado, que previam 4,325 bilhões de bushels ou 117,5 milhões de toneladas.

Os estoques finais da safra norte-americana são projetados em 295 milhões de bushels (cerca de 8,03 milhões de toneladas), bem abaixo da expectativa do mercado, que aguardava 351 milhões de bushels (9,55 milhões de toneladas). O USDA também estimou que o esmagamento de soja nos Estados Unidos será de 2,490 bilhões de bushels e que as exportações atingirão 1,815 bilhão de bushels.

Para a temporada 2024/25, os estoques de passagem foram revisados para 350 milhões de bushels, abaixo das projeções do mercado, que apontavam 370 milhões de bushels. As exportações e o esmagamento para a temporada 2024/25 são estimados em 1,850 bilhão e 2,420 bilhões de bushels, respectivamente.

No cenário global, o USDA prevê que a safra mundial de soja será de 426,82 milhões de toneladas em 2025/26, contra 420,87 milhões de toneladas em 2024/25. Para o Brasil, a previsão de produção para 2025/26 foi mantida em 175 milhões de toneladas, enquanto para a Argentina, o número é de 48,5 milhões de toneladas. Já as importações da China estão projetadas em 112 milhões de toneladas para 2025/26, um aumento em relação aos 108 milhões estimados para a temporada anterior.

Acordo EUA-China

A semana também foi marcada pelo impacto do acordo comercial de 90 dias entre os Estados Unidos e a China, com repercussões imediatas no mercado. Segundo Gabriel Viana, analista da Safras & Mercado, os preços da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago dispararam, alcançando os melhores níveis dos últimos 10 meses.

A redução das tarifas adicionais impostas pelos EUA sobre as importações chinesas, de 145% para 30%, e o corte das tarifas chinesas sobre os produtos americanos, de 125% para 10%, geraram uma onda de otimismo no mercado.

Um possível efeito desse acordo, de acordo com Viana, é que a área plantada com soja nos Estados Unidos em 2025 pode ser maior do que o esperado, uma vez que os produtores, antes receosos, podem agora se sentir mais confiantes para aumentar a produção.

No entanto, os impactos para o mercado brasileiro podem ser negativos, especialmente no que diz respeito aos prêmios do farelo e do óleo de soja. Caso o acordo se mantenha e a China volte a focar suas compras nos Estados Unidos, a demanda brasileira pode diminuir no segundo semestre, o que levaria a uma queda nos preços da soja no curto e médio prazo.

No entanto, Viana lembra que o Brasil ainda se mantém competitivo no cenário exportador, e que a parceria entre os EUA e a China ainda está em processo de consolidação. “Vamos ter uma sinalização mais clara apenas em agosto e setembro, quando a colheita nos Estados Unidos avançar”, alerta o analista.

Óleo de soja: volatilidade e incertezas

Os contratos do óleo de soja registraram uma sequência de oscilações acentuadas durante a semana. Após ganhos expressivos no início da semana, os preços começaram a recuar na quinta-feira, devido às incertezas em torno das metas de produção de combustíveis renováveis (RVO) nos Estados Unidos, atualmente em debate no Congresso.

Segundo Viana, a principal fonte de volatilidade está relacionada à possível atualização das metas do RVO. No dia 14 de maio, declarações de Lee Zeldin, membro do Senado americano, indicaram que a atualização das metas de mistura para biocombustíveis, que deveria ocorrer ainda em 2025, pode ser adiada para 2026, contrariando as expectativas de uma definição ainda neste semestre.

“Essa notícia impacta negativamente o mercado de óleo de soja, especialmente após a aprovação de um projeto de lei na Câmara que havia gerado otimismo”, explica Viana.

Se o projeto de lei nos EUA for aprovado e o RVO for de fato atualizado ainda em 2025, há o risco de uma escassez de óleos vegetais, como soja, milho e canola, devido à remoção de obstáculos e extensão dos créditos de produção até 2031, o que pode afetar o equilíbrio do mercado global de óleos vegetais.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do milho silagem avança lentamente



Colheita do milho silagem atingiu 96% da área cultivada no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

A colheita do milho silagem atingiu 96% da área cultivada no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (15), a lentidão no avanço da colheita foi causada pelas chuvas registradas no período, que também beneficiaram as lavouras ao recuperar a turgescência foliar e aumentar a umidade nas espigas. Segundo a Emater/RS-Ascar, “essa melhoria nas condições hídricas contribuiu para a concentração de matéria seca e para a qualidade nutricional da forragem”.

A estimativa de produtividade média para a safra 2024/2025 foi revisada para 35.934 kg/ha, uma redução de 6,52% em relação à projeção inicial de 38.440 kg/ha feita no plantio. A área efetivamente plantada é de 339.555 hectares, número 6,3% inferior à safra anterior, quando foram cultivados 362.331 hectares, segundo dados do IBGE.

Apesar da redução na área e na produtividade média, o volume colhido nesta safra alcançou 12,20 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 10,4% em relação à safra 2023/2024, quando foram colhidas 11,05 milhões de toneladas. No entanto, houve redução de 11,2% em relação à estimativa inicial da safra, que previa um total de 12.201.527 toneladas.

As maiores áreas de cultivo do milho silagem estão concentradas nas regiões de Ijuí, com 55.315 hectares e produtividade de 33.571 kg/ha; Lajeado, com 54.083 hectares e produtividade de 36.960 kg/ha; e Santa Rosa, com 47.210 hectares e produtividade de 33.710 kg/ha.





Source link

News

Mais de 20 araras-canindé passam por reabilitação para voltar à natureza



O transporte de 27 araras-canindé (Ara ararauna) até o Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna), em Petrolina (PE), foi realizado por equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em parceria com a Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH).

Os animais foram encaminhados para quatro diferentes Centros de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras), com o objetivo de integrar um novo projeto voltado à reabilitação de psitacídeos no âmbito do Projeto Papagaio da Caatinga. A iniciativa busca preparar as aves para futura reintrodução em áreas de ocorrência natural, sobretudo no sul do estado do Piauí.

O Ibama reforça que a ação representa mais um passo na recuperação de indivíduos vítimas de tráfico, cativeiro ilegal ou maus-tratos, promovendo sua reabilitação e reinserção segura em ambientes naturais.

Ao mesmo tempo, o Instituto acredita que a articulação entre os Cetras e o Cemafauna amplia a capacidade de resposta à demanda por acolhimento, tratamento e preparo para soltura de espécies da fauna brasileira.

*Sob supervisão de Victor Faverin



Source link

News

México entra na lista e suspende produtos avícolas do Brasil



O governo do México confirmou neste sábado (17) a suspensão das importações de produtos avícolas do Brasil, após o país registrar um caso de gripe aviária em uma granja comercial no Rio Grande do Sul.

Por meio de uma nota oficial, o governo mexicano explicou que a medida foi adotada enquanto aguarda mais informações sobre o foco da doença. A suspensão das compras de produtos avícolas brasileiros segue a precaução de outros países em relação à disseminação da gripe aviária.

Com isso, o México se junta a outros países que já impuseram restrições temporárias às exportações brasileiras de produtos avícolas, incluindo Chile, Uruguai, União Europeia (UE), China e Argentina. O Brasil, um dos maiores exportadores de carne de frango e ovos do mundo, enfrenta agora desafios no setor devido ao aumento das barreiras comerciais causadas pela crescente série de bloqueios.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou que, ao confirmar a presença de doenças em animais de criação comercial, cada país segue seus próprios protocolos de contenção. Em alguns casos, como na China, União Europeia e Argentina, as restrições não se limitam às áreas afetadas, mas são aplicadas a todo o território nacional.

No entanto, países como Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Filipinas adotaram uma abordagem diferente, baseada no conceito de “regionalização”. Nesses casos, a suspensão das importações não afeta todo o território brasileiro, mas é restrita ao estado ou município onde o foco do surto foi identificado. No caso da gripe aviária, isso significa que, enquanto o Rio Grande do Sul está com as exportações suspensas, as demais regiões do Brasil seguem com as exportações de produtos avícolas de forma normal.



Source link

News

Encontro do BRICS debate sobre segurança alimentar



Nos dias 14 e 15 de maio, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil coordenou a 6ª Reunião do Grupo de Trabalho do Brics em Biotecnologia e Biomedicina, realizada no campus do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP). O encontro, que contou com a participação de delegações do Brasil, Rússia, Índia, China, Emirados Árabes Unidos e Irã, foi marcado pelo avanço de parcerias internacionais focadas principalmente em biotecnologia agrícola e segurança alimentar.

Segundo informações da Agência Gov, durante o evento, foram discutidos diferentes temas, como biotecnologia agrícola, melhoramento genético de cultivos, tecnologias para aumento da produtividade e segurança alimentar. A ênfase na biotecnologia aplicada à agricultura tem como objetivo enfrentar desafios globais, como a crescente demanda por alimentos, mudanças climáticas e a necessidade de soluções sustentáveis para garantir a produção alimentar a longo prazo.

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou a importância da cooperação entre os países do BRICS, afirmando que a ciência e a inovação tecnológica são ferramentas essenciais para o desenvolvimento sustentável, incluindo a agricultura inteligente. “A cooperação no âmbito do BRICS é crucial para enfrentarmos desafios globais como a segurança alimentar e a mudança do clima”, afirmou a ministra em mensagem de vídeo.

Leandro Pedron, diretor do departamento de Programas Temáticos do MCTI, avaliou que o encontro consolidou a colaboração entre os países para o desenvolvimento de soluções biotecnológicas para a agricultura. Ele destacou a definição de prioridades conjuntas para o próximo edital do BRICS STI Framework Programme, com temas estratégicos que incluem biotecnologia agrícola, inovação em segurança alimentar e tecnologias para adaptação às mudanças climáticas.

O encontro também resultou na assinatura de um resumo oficial que será encaminhado aos ministérios de Ciência e Tecnologia dos países-membros do BRICS. Entre os principais avanços, foi destacada a biotecnologia agrícola como um dos pilares para a construção de um futuro resiliente e sustentável.

A programação incluiu sessões técnicas sobre biotecnologia para a agricultura, com ênfase em melhoramento genético de plantas, uso de organismos geneticamente modificados (OGMs) e biopesticidas. Além disso, foram realizadas visitas às instalações do CNPEM, incluindo o Sirius, uma das fontes de luz síncrotron mais avançadas do mundo, que pode ser utilizada em pesquisas para o desenvolvimento de novas tecnologias agrícolas.

Criado em 2016, o Grupo de Trabalho em Biotecnologia e Biomedicina do BRICS visa fomentar parcerias científicas que abordem os desafios globais de saúde, inovação e sustentabilidade. A edição de 2025 consolidou a importância da biotecnologia agrícola como um componente essencial para garantir a segurança alimentar no futuro, reforçando a ideia de que a ciência é uma ponte fundamental para um mundo mais justo e resiliente.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Plantio direto melhora uso da pastagem no campo



Plantio direto com máquinas modernas preserva solo e melhora produção


Foto: Canva

O uso de plantadeiras adaptadas ao sistema de plantio direto tem se consolidado como estratégia para conservar a umidade do solo, reduzir perdas por erosão e manter a produtividade das lavouras. Segundo pesquisas da Embrapa, o método contribui para a sustentabilidade da atividade agropecuária ao preservar as características físicas do solo e favorecer o desenvolvimento das culturas.

A técnica tem sido adotada por produtores que buscam maior eficiência no manejo da pastagem. Um dos aspectos centrais é o uso de máquinas que depositam as sementes sem a necessidade de revolver o solo, o que reduz a compactação e ajuda a manter a cobertura vegetal, essencial para conter processos erosivos.

De acordo com depoimentos de agricultores que utilizam o sistema, a prática tem garantido maior estabilidade nas produções mesmo em períodos de estiagem, além de facilitar o manejo das áreas destinadas à pastagem. Eles destacam que, além da conservação do solo, o sistema contribui para o aumento da matéria orgânica e para a melhoria do perfil do solo ao longo do tempo.

A adoção dessa tecnologia tem sido estimulada por instituições de pesquisa, que apontam a integração entre práticas conservacionistas e equipamentos modernos como caminho para aliar produtividade e preservação ambiental.





Source link

News

Pescadores são multados em R$140 mil por pesca ilegal de pargo



Uma embarcação que operava ilegalmente na pesca do pargo, espécie ameaçada de extinção, foi apreendida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no dia 9 de maio.

A embarcação já havia sido apreendida anteriormente, em janeiro deste ano e, desde então, descumpria os termos estabelecidos pelo órgão, retornando à atividade pesqueira de forma irregular.

Além de infringir a normativa que protege o animal durante o defeso (fase de reprodução da espécie em que a pesca é expressamente proibida por lei), o responsável pela embarcação desrespeitou diversos dispositivos da legislação ambiental e pesqueira em vigor.

Como resultado da operação, foram aplicadas multas que somam R$ 148.480,00 e apreendidos cerca de mil quilos de pescado irregular.

Todo o pescado foi destinado ao Programa Mesa Brasil, iniciativa que atua no combate à fome e ao desperdício de alimentos, promovendo a distribuição a entidades socioassistenciais.

Segundo o Ibama, a atuação firme contra a pesca predatória é fundamental para garantir a reprodução das espécies, a sustentabilidade dos estoques pesqueiros e o equilíbrio dos ecossistemas marinhos.

*Sob supervisão de Victor Faverin



Source link

News

Saiba os produtores e pesquisadores que venceram o Prêmio Personagem Soja Brasil!



A cerimônia do Prêmio Personagem Soja Brasil, safra 24/25, foi realizada na última quarta-feira (14), na sede da Aprosoja Brasil, em Brasília. A premiação, transmitida ao vivo pelo Canal Rural, reconheceu os profissionais que mais se destacaram na cadeia produtiva da soja, em duas categorias principais: voto popular e júri técnico. Conheça os campeões:

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link!

Vencedores do Prêmio Personagem Soja Brasil

Na categoria Pesquisador – Voto Popular, o vencedor foi Anderson Cavenaghi. Professor e doutor, Cavenaghi é referência nacional em proteção de plantas. Ao receber o prêmio, destacou a importância do reconhecimento profissional: “É muito bom perceber que o trabalho é reconhecido. Fico feliz!”

Já na categoria Produtor – Voto Popular, o premiado foi Alberto Schlatter, produtor de Chapadão do Sul (MS). Schlatter alia tradição familiar a práticas modernas no campo, apostando em tecnologia e sustentabilidade. Em seu discurso, enfatizou a responsabilidade do setor: “Para salvar o Brasil, precisamos ser patriotas.”

Entre os indicados pelo júri técnico, o prêmio foi para Julio Cezar Franchini. Pesquisador da Embrapa em Londrina (PR), Franchini é reconhecido pelo trabalho no manejo e conservação do solo. Emocionado, agradeceu à família e reforçou seu compromisso com o futuro da ciência agrícola: “Estou muito feliz, agradeço. Isso me pegou de surpresa. Agradeço à minha família pelo apoio. É bom perceber que meu filho também quer ser pesquisador da Embrapa.”

Na categoria Produtor – Júri Técnico, o reconhecimento foi para Claudia D’Agostini, produtora de Sabáudia (PR). Claudia administra a propriedade ao lado da irmã e tem se destacado pela adoção de tecnologias e pela condução de um processo sólido de sucessão familiar. “É uma alegria muito grande. Estou no começo dessa jornada, dando continuidade ao trabalho do meu pai. Espero inspirar pessoas, principalmente mulheres no agro brasileiro”, afirmou.

Além das premiações principais, duas homenagens especiais foram feitas durante a cerimônia. A pesquisadora Cecilia Czepak, da Universidade Federal de Goiás, recebeu menção honrosa pelas contribuições no manejo integrado de pragas, promovendo avanços significativos na sanidade das lavouras de soja em diversas regiões do país.

Oliveiro Alves de Melo, de Balsas (MA) também foi econhecido por sua atuação na Cooperação Nipo-Brasileira e por seu papel essencial no desenvolvimento sustentável da soja no Cerrado.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

rendimento do feijão sobe apesar de área menor



Minas conclui colheita do feijão




Foto: Canva

A colheita do feijão da safra 2024/25 em Minas Gerais foi concluída em março, com volume inferior ao registrado na safra anterior. A informação consta no 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (15).

Segundo a Conab, a redução da produção está relacionada principalmente à diminuição da área plantada. O cenário foi influenciado por fatores mercadológicos, como a menor atratividade dos preços pagos pelo feijão em comparação com outras culturas de verão, como a soja e o milho, além do maior risco climático para o plantio do feijão na primeira safra.

Apesar da queda na área cultivada, o rendimento médio da cultura aumentou em relação ao ciclo anterior. De acordo com a Conab, esse avanço se deve às condições climáticas mais favoráveis durante a fase de implantação e desenvolvimento inicial das lavouras. “As lavouras evoluíram sem os atrasos causados pela estiagem e pelas ondas de calor registradas no fim de 2023”, destacou o levantamento.

Ainda conforme o relatório, o melhor desempenho vegetativo permitiu um cronograma de cultivo mais alinhado com o ideal técnico, contribuindo para a elevação da produtividade média, mesmo com a redução da área plantada.





Source link