domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

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Preços de soja não registram grandes novidades e apenas uma região tem alta nas cotações



O mercado brasileiro de soja teve um início de semana marcado por estabilidade nos preços e ritmo lento nos negócios. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, mesmo com o dólar em queda e o óleo de soja disparando em Chicago, o grão não acompanhou totalmente o movimento. “Até houve alguns momentos de alta, mas leve e sem relevância”, comentou.

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Os prêmios se mantiveram firmes, mas o dia foi fraco em termos de comercialização. “Sexta-feira (13) a movimentação foi intensa, mas agora o mercado deu uma parada”, destacou o analista.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 131,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 132,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 136,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 129,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 135,00 pra R$ 135,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 118,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 120,00 pra R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 120,00 pra R$ 119,00

Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), a soja fechou o dia em alta, puxada pelo forte avanço do óleo de soja. O movimento reflete o anúncio do aumento nos mandatos de biocombustíveis nos Estados Unidos para os anos de 2026 e 2027.

O grão acompanhou a tendência, mas os ganhos foram limitados por previsões de chuvas favoráveis às lavouras americanas e pelos números abaixo do esperado nos esmagamentos de maio.

Segundo a Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa), o esmagamento em maio ficou em 192,829 milhões de bushels, abaixo da expectativa de 193,519 milhões. Os estoques de óleo de soja também vieram menores que o previsto, reforçando o suporte ao mercado.

Contratos futuros de soja

O contrato julho da soja fechou estável em US$ 10,69 3/4 por bushel. A posição novembro encerrou com ganho de 5,75 centavos (0,54%), a US$ 10,60 1/2. No farelo, dezembro caiu 2,27%, cotado a US$ 296,30 por tonelada. Já o óleo de soja disparou 8,32%, encerrando o pregão a 55,45 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial fechou o dia em queda de 0,96%, cotado a R$ 5,4871 na venda e R$ 5,4851 na compra. Ao longo da sessão, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,4851 e a máxima de R$ 5,5375.



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AgroNewsPolítica & Agro

Feijão tem alta de preço e atraso na colheita



Chuva atrasa colheita do feijão em Santa Maria




Foto: Pixabay

A colheita do feijão 2ª safra avança no Rio Grande do Sul, com percentuais variados entre as regiões administrativas da Emater/RS-Ascar. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (12), a regional de Frederico Westphalen já colheu 95% da área cultivada.

Na região de Ijuí, os trabalhos seguem paralisados e o índice de colheita permanece em 51%. Embora as lavouras estejam maduras, produtores recorreram ao uso de herbicidas dessecantes para uniformizar a maturação. Conforme o boletim da Emater, “as plantas começaram a demonstrar sinais de deterioração pela demora na colheita”.

Em Pelotas, a colheita foi concluída e os produtores agora se dedicam à comercialização da safra. Já na região de Santa Maria, aproximadamente 90% da área foi colhida. As precipitações registradas nos últimos dias, no entanto, dificultaram a conclusão das atividades.

Em relação aos preços, o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar apontou alta de 10,21% na média estadual, com a saca de 60 quilos passando de R$ 185,00 para R$ 203,89. O boletim também destacou variações regionais: em Ijuí, o produto é comercializado a R$ 132,30; em Santa Maria, a média é de R$ 119,38; e em Pelotas, o valor atinge R$ 360,00.





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Calor volta às lavouras de soja, mas instabilidade no país acende alerta: granizo à vista?



A previsão do tempo para esta e a próxima semana traz um cenário positivo para os produtores de soja. Segundo apurado pela meteorologia do Canal Rural, a combinação de tempo seco e temperaturas em elevação deve favorecer o avanço das atividades no campo, especialmente no Centro-Oeste, Sudeste e interior do Matopiba.

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Nas regiões produtoras de soja desses estados, o tempo firme predomina, sem expectativa de chuvas que possam atrapalhar o manejo das lavouras. Além disso, as temperaturas começam a subir, afastando o risco de geadas e permitindo bom andamento na colheita da soja e na condução do milho segunda safra.

Mesmo na próxima semana, o cenário permanece estável nessas áreas. Pode chover pontualmente no Maranhão e norte do Piauí, mas os volumes não preocupam os produtores. No geral, o padrão climático atual é visto como positivo para o desenvolvimento das culturas e o avanço dos trabalhos no campo.

Sul em alerta nas lavouras de soja

Enquanto isso, o Rio Grande do Sul vive uma realidade oposta. O estado deve enfrentar acumulados de chuva entre 150 mm e 200 mm entre terça (17) e quarta-feira (18), especialmente na faixa centro-sul. A previsão inclui risco de queda de granizo e rajadas intensas de vento, deixando o estado em alerta para eventos severos e possíveis transtornos no campo.

Na próxima semana, a chuva ainda persiste na região Sul, mas com menor intensidade. Os volumes previstos ficam entre 20 mm e 30 mm, suficientes para manter o solo úmido, mas sem grande impacto nas atividades agrícolas, segundo os meteorologistas.

Produtores se perguntam sobre a geada

Com o avanço do mês de junho, muitos produtores começam a se preocupar com possíveis geadas, especialmente nas regiões mais frias do Sul e Sudeste. No entanto, a previsão aponta um cenário tranquilo: apesar das madrugadas frias, com mínimas entre 12 °C e 15 °C, não há indicativo de geada no horizonte.

Esse panorama se repete na próxima semana. As manhãs seguem geladas, mas as temperaturas sobem ao longo do dia, favorecendo o desenvolvimento das lavouras de milho segunda safra, que deve seguir avançando sem maiores riscos climáticos nas regiões centrais do país.



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Federações de produtores rurais do RS são processadas e manifestações ficam proibidas



A Empresa Concessionária de Rodovias do Sul (Ecosul) processou entidades representativas de produtores rurais do Rio Grande do Sul para impedir as manifestações que estão previstas para fechar vias do estado entre a próxima terça e quarta (17 e 18).

Assim, a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) e Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) viram rés no processo.

Os protestos do setor completaram um mês na última sexta-feira (13) e pedem o andamento do Projeto de Lei 320/25, o PL da Securitização, que prorroga as dívidas dos agricultores por um prazo de 20 anos e oferece melhores condições de pagamento a quem foi fortemente impactado pelas seguidas estiagens e pela enchente histórica de maio de 2024.

Pelo despacho, proferido pela juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, Maria da Glória Fresteiro Barbosa, ficam proibidas interdições de manifestantes em trecho de 457,3 quilômetros de rodovias, abrangendo os seguintes locais das BR-116 e BR-392:

  • BR-116: entre Pelotas e Camaquã (123,4 km); entre Pelotas e Jaguarão (137,1 km)
  • BR-392: entre Pelotas e Rio Grande (68,4 km); entre Pelotas e Santana da Boa Vista (128,4 km)

Multa por descumprimento

Em caso de descumprimento, a decisão fixa multa de R$ 50 mil por hora de bloqueio, para cada uma das entidades, por ato praticado por si e/ou por qualquer de seus liderados.

O despacho ainda prevê que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) seja requisitada em regime de urgência para dar apoio ao cumprimento da decisão judicial.

De acordo com o documento, que utiliza informações apuradas pela PRF, a mobilização prevista para terça e quarta tem por objetivo interromper o fluxo de trânsito por aproximadamente 36 horas, com início às 7h da manhã do dia 17 e término previsto para as 18h do dia 18.

Manifestações do Porto de Rio Grande

Trecho do despacho ressalta que a manifestação visava “especificamente impactar as operações portuárias no Porto de Rio Grande, o que representa uma grave ameaça à segurança viária, à fluidez logística e à integridade das atividades econômicas na região sul do estado.”

A juíza do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul completa: “De fato, a ocupação do leito da rodovia põe em risco a segurança dos usuários das vias e dos próprios manifestantes, em razão da aglomeração e alta velocidade dos veículos no local, impedindo o deslocamento para o trabalho nas cidades vizinhas, o turismo e, principalmente, o transporte de mercadorias, cargas, de veículos de saúde e de segurança. Além disso, prejudica sobremaneira a economia da região, afetando o abastecimento e o transporte de mantimentos e pessoas.”



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Elevação de custos: guerra no Oriente Médio encarece ureia e ‘ameaça’ soja



A guerra entre Israel e Irã já começa a se refletir no planejamento da próxima safra de soja brasileira. Segundo análise da StoneX, a instabilidade na região, que abriga importantes produtores e exportadores de fertilizantes, elevou os preços da ureia nos mercados internacionais e acendeu o sinal de alerta para quem ainda não garantiu os insumos.

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O Irã, um dos principais fornecedores globais de nitrogenados, reduziu sua produção diante das incertezas. No Egito, outro ponto relevante, a interrupção do fornecimento de gás por Israel paralisou a fabricação de ureia. Como reflexo imediato, diversas ofertas foram retiradas do mercado e os preços subiram nos Estados Unidos, no Oriente Médio e também no Brasil.

De acordo com Tomás Pernías, analista da StoneX, ”o mercado reagiu rapidamente às notícias da guerra, interpretando o cenário como um fator de alta. O momento é desfavorável para quem ainda precisa comprar fertilizantes, especialmente com a aproximação da safra de soja.”

O impacto vai além dos preços dos fertilizantes. A alta do petróleo, intensificada pelas tensões no Oriente Médio, pode elevar os custos de frete marítimo e seguros internacionais, fatores que pesam diretamente sobre o custo de importação para o Brasil, país fortemente dependente de insumos externos.

Com o calendário de plantio da soja se aproximando, a recomendação é clara: produtores devem redobrar a atenção ao mercado de nitrogenados. A volatilidade geopolítica pode dificultar negociações e pressionar ainda mais os custos da próxima safra.



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Governo ‘fecha portas’ com tributação de títulos agrícolas, diz CNA



A tributação de títulos agrícolas, proposta pelo governo federal na medida provisória 1.303/2025, vai “fechar as portas” do crédito rural. A avaliação é do vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), José Mário Schreiner.

“Quando o governo recorre à tributação dos títulos agrícolas para tapar furo de déficit fiscal, ele praticamente fecha as portas do crédito rural”, disse Schreiner.

“O governo dá um sinal ruim ao mercado de quem não está nem aí e não faz o seu dever de casa”, criticou.

Ele destaca que os recursos públicos para subvenção do Plano Safra estão cada vez mais escassos, ao mesmo tempo que o setor recorre ao mercado privado por meio dos títulos agrícolas para cobrir o financiamento da agropecuária.

“A cada ano, os recursos para equalizar o Plano Safra são menores e mais direcionados à agricultura familiar. Nesse cenário, os médios e grandes produtores buscam acessar mais os títulos agrícolas. Quando há dificuldade cada vez maior de orçamento para recursos do crédito público para financiamento agropecuário e o governo interfere a colher no mercado privado, ele está fechando as portas do crédito rural”, disse o vice-presidente da CNA.

A proposta do governo prevê a tributação, a partir de 2026, em 5% sobre rendimentos de títulos que até então eram isentos. Essa medida afetará Certificado de Depósito Agropecuário (CDA), Warrant Agropecuário (WA), Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA), Cédula de Produto Rural (CPR), Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros, admitidos à negociação em bolsa ou mercado de balcão organizado).

As LCAs, tradicionalmente, representam a principal fonte de recursos para o financiamento do crédito rural, respondendo por cerca de 40% do financiamento do setor.

Na avaliação da CNA, a tributação dos títulos, até então isentos para pessoas físicas, vai diminuir a atratividade aos investidores e reduzir as emissões dos títulos, diminuindo assim o volume de crédito disponível através deles para o agronegócio.

“No ano passado, quando o Conselho Monetário Nacional aumentou de 90 dias para nove meses os prazos das LCAS, já houve uma diminuição absurda nas emissões”, ponderou.

Agora, a entidade vê efeito imediato da medida, mesmo que entre em vigor em 2026, com impactos já no Plano Safra 2025/26. “A tributação afasta os investidores, porque para o mercado é um sinal ruim de que o governo está disposto a qualquer coisa para minimizar o déficit fiscal sem cortar na carne. O mercado quer segurança e previsibilidade e não quebra de confiança.”

Para Schreiner, a medida de tributação dos títulos, vai aumentar a dificuldade dos produtores rurais de acessar o crédito. “É um desestímulo à diversificação de funding e às alternativas de financiamento. O crédito rural ficará mais caro, mais escasso, os juros vão subir e vai reduzir a competitividade do agronegócio, podendo afetar a inflação de alimentos e a geração de divisas ao País”, observou o vice-presidente da CNA.

O crédito mais caro e escasso ao produtor acarretaria, segundo Schreiner, em menor uso de tecnologia na atividade agropecuária, afetando a produtividade e a produção nacional de alimentos. “Isso pode pressionar a inflação de alimentos. É uma consequência possível em decorrência do maior curso de produção e do provável menor uso de tecnologia”, apontou Schreiner.

Ex-deputado federal por Goiás, Schreiner espera que o Congresso corrija a “distorção” gerada pela MP sobre as fontes de financiamento de crédito rural. “Há um equívoco muito grande na política econômica do governo ao não buscar enxugamento e sim taxação. Esperamos que o Congresso Nacional retire os trechos ou deixe a MP caducar”, diz.



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Bahia Farm Show atrai mais de 160 mil visitantes e consolida protagonismo do agro baiano


Encerrada no último sábado (14), a 19ª edição da Bahia Farm Show 2025 reuniu 162.370 pessoas em seis dias de programação no município de Luís Eduardo Magalhães, no Oeste baiano, de acordo com a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), idealizadora e organizadora do evento. O público pôde conferir de perto as inovações e o potencial do agronegócio regional na maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste do Brasil.

A movimentação nos corredores do complexo foi aumentando no decorrer dos dias de evento e contou com presença de produtores rurais, empresários, autoridades e visitantes em geral. Para muitos, uma oportunidade única de acompanhar de perto as novidades do setor.

“A feira é gigante, tô até com meus pés doendo porque realmente tem muita coisa pra ver, mas tá muito bacana”, contou a enfermeira Valquíria Fernandes.

Já o corretor de imóveis Ângelo Patrício, disse que a feira é importante para a economia da cidade: “Mesmo sendo corretor de imóveis, participar de uma feira como essa agrega valor. O agro é a força econômica da região, e isso reflete no nosso comércio também”, destacou.

Tecnologia e sustentabilidade lado a lado

Robô com inteligência artificial na Bahia Farm Show 2025; orientação aos produtoresRobô com inteligência artificial na Bahia Farm Show 2025; orientação aos produtores
Cortevano, robô com inteligência artificial | Imagem: Guilherme Soares/ Canal Rural BA

Entre os destaques que chamaram a atenção do público estava um robô com inteligência artificial, programado para responder dúvidas sobre o campo.

O simulador de deriva, também exposto no evento, reforça a importância da irrigação e aplicação corretas.

“Nosso objetivo é instruir as equipes que fazem as aplicações nas fazendas. A gente para o pulverizador, verifica bicos, vazão e orienta conforme o tipo de produto utilizado”, explicou Renato Matos, gerente de marketing de uma empresa expositora.

O tema da edição — “Agro inteligente, futuro sustentável” — foi assunto principal de várias discussões e palestras que destacaram o protagonismo do oeste baiano e do estado que é dos maiores produtores de energias renováveis do país.

Além disso, a proposta reforçou o papel do Oeste da Bahia como um dos protagonistas da agricultura regenerativa brasileira.

Tema da Bahia Farm Show 2025: Agro inteligente, futuro sustentávelTema da Bahia Farm Show 2025: Agro inteligente, futuro sustentável
Imagem: Vinicius Ramos/Canal Rural BA

Inovação, gestão ambiental e responsabilidade social

Durante o evento, a Secretaria de Sustentabilidade de Luís Eduardo Magalhães apresentou um projeto para ampliar a destinação correta de pneus usados na cidade e no campo, ambrangendo também as propriedades rurais da região.

“Já conseguimos retirar dois barracões cheios de pneus da cidade. Agora o desafio é levar essa ação para as propriedades rurais, onde há pneus maiores e mais difíceis de descartar”, explicou o secretário Kenni Henke.

A tecnologia esteve presente em todos os espaços da feira. Drones, uma aeronave agrícola 100% elétrica e autônoma em operação no Brasil, pulverizadores e balanças integradas a sistemas digitais são apenas alguns exemplos.

Pelican Spray, aeronave agrícola 100% elétrica e autônoma do Brasil na Bahia Farm ShowPelican Spray, aeronave agrícola 100% elétrica e autônoma do Brasil na Bahia Farm Show
Pelican Spray, primeira aeronave agrícola 100% elétrica e autônoma em operação no Brasil na Bahia Farm Show 2025 | Imagem: Vinicius Ramos/Canal Rural Bahia

Segundo André Luiz Siqueira Cardoso, analista de produtos, essas soluções reduzem falhas operacionais e aumentam a eficiência logística nas propriedades.

“A integração entre balança rodoviária e granel já determina o peso ideal de carga no caminhão, com mínima intervenção humana”, detalhou.

Com recorde de público, a organização da Bahia Farm Show já anunciou as datas da próxima edição: de 8 a 13 de junho de 2026.

“Alcançamos metas importantes voltadas para o ESG. A Bahia Farm Show evolui a cada ano e traz, além da inovação, uma discussão social e ambiental relevante para o setor”, afirmou o presidente do evento, Moisés Schmidt.


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Mais da metade das capitais considera o Corpus Christi feriado; veja onde



Em latim, Corpus Christi significa Corpo de Cristo. Trata-se de uma festa religiosa da Igreja Católica que celebra a presença de Jesus Cristo na Eucaristia, ou seja, no pão (corpo) e no vinho (sangue) consagrados durante a missa.

Em 2025, esse dia é comemorado na próxima quinta-feira (19), marcando exatamente 60 dias após o fim da Páscoa. Esse intervalo é respeitado em todos os anos.

No Brasil, o governo federal classifica a data como ponto facultativo. Assim, os servidores públicos são dispensados do trabalho sem prejuízo no sálario, enquanto as empresas privadas (de 12 capitais) não são obrigadas a abrir mão de seus colaboradores.

Entretanto, a lei determina que cada município tem autonomia para decretar o Corpus Christi como feriado religioso. Desta forma, das 27 capitais brasileiras, 15 decretaram a data como feriado, ao passo que 12 adotaram o ponto facultativo:



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